O que é dinheiro e como ele funciona? – Uma explicação simples

Por Addison Quale

Alcançar uma compreensão clara do sistema monetário e de por que o ouro é tão importante não é tarefa fácil. Na verdade, é bastante complicado. Mesmo quando economistas da Escola Austríaca de Economia tentam explicar de que maneira, exatamente, esse sistema é insustentável, o resultado nem sempre é um quadro preciso, e os leitores permanecem coçando a cabeça em meio a dúvidas.

Por exemplo, os proponentes do ouro fazem uma série de críticas graves contra o atual sistema monetário baseado no dólar americano. Eles dizem coisas como: “Apenas o ouro é dinheiro. O dólar é uma moeda fiduciária – um título de dívida embelezado!”

E  acrescentam: “Apenas dinheiro de verdade pode extinguir uma dívida. O dólar não é dinheiro de verdade. Assim, portanto, nenhuma dívida jamais é extinta no atual sistema; ele precisa se manter acumulando e acumulando ad infinitum”.

É por essas razões que os proponentes do ouro triunfantemente concluem: “O sistema monetário baseado no dólar é basicamente um esquema de pirâmide gigante que colapsará em algum momento”.

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Ouro: Não apenas uma commodity, um porto seguro em tempos de incerteza

Por Dickson Buchanan

Especialistas da mídia tradicional, economistas e jornalistas adoram tratar o ouro como “apenas mais uma commodity”. Eles o colocam na mesma categoria que o petróleo, o cobre, o trigo, o gás natural e outras coisas que saem do solo. Mas é um erro: o desempenho recente do preço do ouro mostra que ele não é nada disso. O ouro é um ativo para se ter como um porto-seguro em tempos de dificuldades financeiras e incerteza econômica.

Desde o início de 2016, o mercado demonstrou que o ouro é um ativo único que deve ser considerado de forma diferente das outras commodities. Este gráfico compara o preço do ouro com os principais índices domésticos nos EUA desde o início do ano.

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Ouro: O ativo com a melhor performance em janeiro

Por Descentraliza

A economia mundial se tornou um cenário de centralização do poder sem precedentes, onde toda a atenção é constantemente direcionada ao Federal Reserve (FED), o banco central americano. Hoje, a precificação de ativos está intimamente relacionada às expectativas em relação às decisões do FED, e não tanto a uma descoberta de mercado. Diante desse fenômeno, qualquer economista que não esteja intoxicado de doutrinas intervencionistas deveria coçar a cabeça e se perguntar aonde foi parar o sistema de formação de preços baseado no livre mercado, indiscutivelmente mais eficiente do que burocratas tentando rearranjar nossas preferências temporais.

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